A falsa paz e o prenúncio do fim: um alerta urgente ao mundo

Por Dermival Pereira em 25/01/2026 08:44 - Atualizado em 25/01/2026 08:50
COLUNAS
A falsa paz e o prenúncio do fim: um alerta urgente ao mundo
Foto: web/Divulgação

Vivemos tempos que exigem mais do que atenção. Exigem temor, discernimento espiritual e arrependimento. O mundo clama por paz, mas ignora que a Bíblia já anunciou uma paz enganosa, temporária e perigosamente sedutora. A Palavra de Deus não falha, e os sinais que hoje se multiplicam diante de nossos olhos apontam para a proximidade do cumprimento das profecias sobre o arrebatamento da Igreja, a ascensão do anticristo ao governo do mundo e a grande tribulação.

Jesus foi claro ao alertar seus discípulos: “Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino; e haverá fomes, pestes e terremotos em vários lugares.” (Mateus 24:7). Guerras, fome, colapso ambiental, escassez hídrica, apostasia e escândalos religiosos não são coincidência. São sinais reais da vinda de Cristo.

Segundo dados da Organização das Nações Unidas, cerca de 4 bilhões de pessoas, quase metade da população mundial, vivem sob escassez severa de água por pelo menos um mês por ano. Some-se a isso a instabilidade econômica, a ganância por poder e dinheiro e a crescente frieza espiritual de cristãos outrora fervorosos. Tudo isso confirma o que Jesus chamou de “princípio das dores”.

A Bíblia revela que, após o arrebatamento da Igreja, surgirá uma falsa paz no mundo, promovida por uma liderança carismática que se apresentará como solução para o caos global. Daniel 9:27 e Apocalipse 6:1-2 descrevem esse período inicial de aparente estabilidade, que durará três anos e meio, seguido por mais três anos e meio de grande tribulação, o período mais sombrio da história humana, segundo a Bíblia.

Paulo advertiu: “Quando disserem: Paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição.” (1 Tessalonicenses 5:3).

O ponto mais alto dessa questão, a meu ver, é a luta constante de líderes políticos pela tão sonhada paz mundial. Instituições como a Organização das Nações Unidas e, mais recentemente, o chamado Conselho da Paz, criado pelo presidente americano Donald Trump, revelam a obsessão global por estabilidade, protagonismo e influência. Essa busca incessante evidencia o desejo humano de estabelecer um só governo no mundo, onde tecnologia, controle e uma falsa sensação de segurança se tornem o grande trunfo.

Mas a Bíblia já nos alertou: “E foi-lhe dado poder sobre toda tribo, língua e nação.” (Apocalipse 13:7). Basta abrir os olhos para ver que as grandes nações, há anos, controlam as menores, pela economia ou pela força militar, fato com forte tendência a se tornar uma prática ainda mais comum, liderada pelos Estados Unidos, Rússia e China.

Israel continua sendo o ponto de partida profético. Jesus afirmou: “Aprendei a parábola da figueira: quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão.” (Mateus 24:32). Israel é essa figueira. Seu restabelecimento como nação em 1948 foi um marco profético que confirmou que o relógio de Deus voltou a correr. Assim como os sinais naturais indicam a mudança de estação, os sinais proféticos (guerras, fome, engano, apostasia) indicam a proximidade da volta de Cristo.

A apostasia cresce. A fé esfria. A verdade é relativizada. Líderes religiosos se envolvem em escândalos, e muitos abandonam os fundamentos bíblicos em troca de aplausos, poder e dinheiro. A Palavra já havia previsto: “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina.” (2 Timóteo 4:3).

Tudo isso aponta para um mesmo destino: a manifestação do anticristo e o início do período mais terrível que a humanidade já conheceu. Mas este não é um texto para gerar desespero. É um chamado ao arrependimento.

Sim, a falsa paz virá.
Sim, o anticristo se levantará.
Sim, a tribulação será real.
Mas Jesus também virá.

A Bíblia encerra com a promessa mais gloriosa: “Eis que venho sem demora.” (Apocalipse 22:20).

Este é o tempo de se aproximar de Deus. Tempo de abandonar o pecado. Tempo de restaurar a comunhão, de voltar ao altar, de buscar santidade, de viver com temor. O mundo está se preparando para um governo global e a Igreja para o encontro com Cristo

Quem ignora os sinais do tempo pode perder o encontro com o Senhor da eternidade.

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